Archive for Abril 2011

CAMTIL: Trolhas 2011

21 abril 2011
Posted by Nuno T. Menezes Gonçalves

Há uma espécie de devoção ao... teleponto



Caros militantes do Partido Socialista. Bem sei que não sabem que contas hão-de fazer à vossa vida com este acéfalo como vosso secretário-geral. Mas, em vez de interromperem o congresso e insultá-lo, podem pregar-lhe uma partida destas, que seria muito mais fácil e ainda mais divertido:


11 abril 2011
Posted by Nuno T. Menezes Gonçalves

O congresso/comício da treta


     Para quem está minimamente atento à política dos dois últimos mandatos do Sócras, percebe que o seu discurso não muda. Continua a ser mesmo muito "ao lado" da realidade. O discurso do coitadinho, o discurso do mártir, o discurso do injustiçado que só quer fazer bem ao país.

     Era completamente evitável entrar numa crise política? Era, se o tivessem posto de lá para fora nas últimas legislativas. A maior parte dos eleitores do PS (e não digo socialistas, porque este PS não tem identidade política e, portanto, quem vota nele também não tem) não tem consciência de voto. Vota porque é moda criticar a Direita e atirar as culpas da crise para a Oposição. Há falta de clareza política na sociedade. Há falta de informação sobre os ideais dos partidos. O voto não é uma tradição a ser herdada da família, é um dever cívico e como tal deve ser exercido em plena consciência das consequências do acto. Votam PS mas não aprovam o Sócras? Muito simples, escolham outro partido que tenha ideias mais claras ou votem em branco.

     «Não estamos em tempo para ideias perigosas», concordo. E o TGV, era realmente necessário? A nossa economia depende assim tanto de um transporte público de alta velocidade para o qual a maioria das pessoas não vai ter possibilidades económicas para usufruir dele? Não será mais importante estimular uma economia de exportação e canalizar os fundos do Orçamento de Estado para o desenvolvimento da agricultura e o apoio às pequenas empresas? Ou até mesmo guardá-los para saldar a dívida externa.

     Já perdi a conta das vezes em que ouvi o Sócras a gabar-se da agenda com ideias claras do seu partido. Avaliação dos professores: modelo apresentado, muitas greves, modelo suspenso, modelo reavaliado, mais greves, modelo suspenso. SCUTs: construção de auto-estradas gratuitas, implementação de portagens, protesto geral e greves de camionistas, portagens suspensas, novo acordo de portagens, mais greves. Novo aeroporto de Lisboa: várias propostas de construção, construção suspensa. Medidas de austeridade: PEC 1, PEC 2, PEC 3, PEC 4 e, por fim, FMI. Liberalização do aborto: não é crime matar um bebé na barriga da mãe, mas, de acordo com a legislação em vigor, se um médico praticar negligência contra uma grávida, é julgado por matar dois seres humanos. Já chega, ou são precisas mais evidências?

     «Uma oposição irresponsável fez cair o Governo mas fez levantar o PS»? Ter-se-á enganado no discurso? Não será antes assim: «Uma oposição responsável segurou o Governo e derrubou o PS»? Acusa a Oposição de ser intransigente e não querer debater as medidas do PEC 4, acusa os outros partidos de empurrarem o país para a crise. Se a memória não me falha, foram apresentados cinco projectos de resolução do PEC 4 na reunião convocada para o debate do PEC, e onde estava o Sócras? Saiu no início do debate. Birra?
     Afirma que fez tudo para evitar a entrada do FMI em Portugal. Eis que senão eles já cá estavam! Aquela apresentação inesperada do PEC 4 em Bruxelas já vinha com água no bico, porque (como admitiu no congresso) já tinha acordado com o BCE e o FMI o pedido de ajuda externa no valor de 80 mil milhões de euros mediante a aprovação das medidas do PEC 4 nessa Cimeira.

     Cabeçalho da SIC Notícias: «Sócrates assume que Governo vai liderar negociações da ajuda externa com UE e FMI». Que acto heróico! Que mais esperariam os portugueses? É um Governo em gestão, mas continua a ser um Governo. Quem tem legitimidade para representar o país no exterior é o Governo, não a Oposição...

     Relatado na TVI 24, sobre este congresso, «o PS proibiu as câmaras de televisão de circularem à vontade na sala, o que lhes permite controlar os planos. (...) As únicas câmaras autorizadas a estar à frente são as da estrutura socialista». É pior que uma ditadura política, nem na cabeça de Hitler esta atitude era aceitável. 

     Felizmente, ainda há militantes do PS que reconhecem a vergonha de líder que o seu partido tem. É o caso de Rómulo Machado, que interrompeu o discurso do secretário-geral do partido, afirmando que «o primeiro-ministro que nos conduziu a esta situação e que conduziu Portugal a uma situação de bancarrota não tem condições para nos fazer sair dela». Acrescentou ainda, e muito bem, que «o congresso não pode ser transformado num comício. Um congresso de um partido democrático deve ser sobretudo um momento alto de debate e confronto de ideias e não de aclamação de um líder».

     Até mete dó ver este congresso. Fazer festa, sabem eles fazer. Quando é para governar no dia a seguir, estão completamente gastos (de ideias).

10 abril 2011
Posted by Nuno T. Menezes Gonçalves
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Olh'ó bluff!



Sócrates já tinha acordado pedido de ajuda externa de 80 mil milhões de euros
quando apresentou PEC 4 em Bruxelas





     «O anúncio das medidas do PEC 4, no mesmo dia 11 de Março em que foi oficializado em Bruxelas, apanhou o país de surpresa. E deixou antever - pela forma como o primeiro-ministro marginalizou ostensivamente o PR e a Oposição do processo - que dificilmente o PEC 4 recolheria o imprescindível apoio maioritário na AR. E que estava próxima a abertura da crise política.
     Ciente de que a negociação do PEC 4 tinha implícito, num segundo momento, o pedido a Bruxelas da ajuda de 80 mil milhões de euros, Sócrates apostou tudo no bluff político e na estratégia de ruptura que permitisse culpabilizar a Oposição, e em especial o PSD, pela queda do Governo e pelo recurso à ajuda financeira da Europa.»


«O compromisso assumido pelo primeiro-ministro português com o Banco Central Europeu (BCE), a CE e o grupo Euro começou a ser negociado no final de Fevereiro e passou pelo encontro, a 2 de Março, em Berlim, de Sócrates e Teixeira dos Santos com a chanceler alemã Angela Merkel.»

     O coitadinho que alegadamente lutou todos os dias contra a necessidade de pedir ajuda ao FMI e que acusou todos os partidos da oposição de terem provocado uma crise política mostrou mais ares da sua mesquinhez e tirou este truque da manga. Afinal de contas, a apresentação do PEC 4 "às escondidas" de Portugal tinha água no bico, aliás, como todas as actuações do Sócras...

     Ainda acham mal o Parlamento ter inviabilizado o PEC 4?

09 abril 2011
Posted by Nuno T. Menezes Gonçalves
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A Luz fundiu



Fomos à Luz meter os lampiões no armário e proclamar que voltou a melhor (e não a maior) equipa de Portugal!

O grito de revolta do berço da nossa nação assolou a capital!

FORÇA PORTO, SOMOS CAMPEÕES!

03 abril 2011
Posted by Nuno T. Menezes Gonçalves
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Em mãos

Em mãos

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